初めまして、ガブリエルと申します。よろしくお願いします!

hajimemashite, gaburieru to mooshimasu. yoroshiku onegaishimasu!

Não, não estou xingando ninguém. É assim que você se apresenta em japonês. A tradução ao pé da letra fica como “Prazer em conhecê-lo, me chamo Gabriel. Por favor, me leve em consideração“. Essa é a forma mais polida e é uma das primeiras coisas que se aprende quando se começa a estudar o idioma japonês.

Já deu para notar que eu sou um estudante aqui na terra dos samurais. Estou há mais de 1 ano me debatendo entre livros e dicionários tentando desvendar os segredos dessa língua milenar. Aprender japonês é muito mais complexo do que apenas saber ler, escrever e falar. O idioma nipônico representa o Japão como um todo: um país, um povo e uma cultura. Portanto, ao avançar no domínio da língua, aos poucos vamos decifrando códigos que para nós são incompreensíveis no começo. Um povo tão peculiar e interessante que poderia facilmente escrever um livreto sobre tudo o que tenho passado desde que pus os pés para fora do avião.

Agora à velha e boa maneira brasileira de apresentar-se:

Olá, me chamo Gabriel, mas me chame de ShigueS, ou como quiser. Não me importo, tenho uma dúzia de apelidos. Nasci nos anos 80 (faça as contas) em Sampa. Adoro bater-papo bebendo chopps em buteco com amigos. Dependendo do ângulo que você me olhar, vai logo perceber um tempero diferente. É wasabi! Sou descendente de japoneses e desde 2007 estou fazendo-não-sei-o-quê na terra dos meus avós. Já perdi e achei minha identidade mil vezes desde então, mas meu coração continua verde-amarelo. Chamo o Japão carinhosamente de Japolândia, por que os japoneses tratam o arquipélago como se fosse seu parque temático particular. Tenho certeza que alguma coisa daqui vai mexer com você. E não vai ser terremoto!

また今度!
(matakondo – até a próxima)