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Aguente se Puder: 10 Maus Hábitos Holandeses

06/02/2015

bz_holandaAna Fonseca – Holanda

Todo país/nação tem seus ótimos, bons, maus e péssimos traços culturais. Geralmente as pessoas praticam esses hábitos “em bloco” e há tanto tempo que nem percebem como é incoveniente ou invasivo. Creio que é muito importante a pessoa não levar a vida no “piloto automático” e sempre se perguntar se age como “manada” e porquê.

1- Não fazer fila;

Quando esperam para entrar dentro de um trem se acumulam na porta do mesmo sem deixar espaço para os que precisam sair. É uma barricada. Para um ônibus também não fazem fila. Durante a pausa de um concerto, show, teatro etc. não fazem fila na cantina. Fazem um pouquinho de fila no guichê da prefeitura, nos caixas das lojas e supermercados…  Para qualquer outras situação não se enfileiram e já vi má vontade em fazer fila em museus, zôos, hotéis, etc. . Meus sogros e marido ficaram impressionados como no Brasil fazem fila bonitinho e retinho para entrar num ônibus, banco, museu, etc.. e dar prioridade a grávidas e idosos.

2 – Comer tortas antes do jantar ou de uma recepção;

Pode ser que você seja convidado para uma festa de casamento, aniversário, churrasco e primeiro ser servido torta ou bolinhos, chá e café. Há depois uma “pausa” no serviço, que recomeça com amuses e/ou refeição direto. Se você está mesmo interessado no jantar pode recusar gentilmente sem problemas a torta, não é ofensa nenhuma. Os holandese são fáceis e flexíveis em protocolos. No final da refeição, e se já foi servido torta antes, geralmente não é servido nenhum doce – talvez apenas um sorvetinho e geralmente só para as crianças.

blog taart

3 – Dizer que uma comida é “suja” quando não gosta do que provou;

Em holandês quando algo está bem preparado e gostoso dizem “lekker“. Nada mais nada menos. Não são um povo elogioso, não perguntam quais os ingredientes ou como foi preparado, etc.. Por outro lado, quando não gostam de algo dizem na lata que é sujo “vies“. Acho super feio isso. Ensino minhas crianças a de preferência dizer: “Não obrigado (a)” quando não toleram algo. Sem mais detalhes. E mostrar uma certa curiosidade sobre o preparo ou elogiar quando acham algo “lekker”.

                 Fornasetti7         Fornasetti16

                                   Hmmm, lekker !                                                              Bah, vies ! 

4 – Especificar o que quer ganhar de presente de aniversário ou pedir uma quantia;

Um hábito curioso: muitos especificam no convite/email o que querem ganhar ou se preferem dinheiro – mas ok: não dizem a quantia. Como são um povo super prático, isso facilita a vida do convidado. Tudo bem. Por outro lado acho um pouco abusado quando um dos convidados decide fazer vaquinha com um valor fixo por contribuinte (geralmente bem mais alto do que a média que se normalmente dá em aniversário/casamento) para proprocionar uma viagem, um fim-de-semana em hotel etc para o aniversariante que comemora uma data “redondinha” (40, 50, 60 anos…). Isso sem dar uma recepção mais”tchan”. Você vai lá e o/a  aniversariante nem arrumou o cabelo, pôs uma roupa melhorzinha/deu uma tapa no visual  ou investiu nos comes e bebes. O mais absurdo é quando isso vem de uma pessoa com boa condição cultural e financeira.

5 – Fingir que não ouviu nada quando um familiar/amigo é insultado;

Vamos deixar claro: Eu não acho que você deva se ofender por comentários anônimos ou de estranhos ou de loucos. Mas fica difícil levar na esportiva deboches, insinuações e insultos provenientes de um colega de trabalho, parente, vizinho… Gente com quem você é obrigado (a) a conviver e os insultos são puramente baseados em falta de controle, sem embasamento dos fatos. E os holandeses “não tomam as dores” de um amigo ou familiar direto quando esse é insultado indevidamente. O “sem noção” que insultou com uma piadinha, deboche, etc. não fica com o filme queimado nem perde os admiradores. Coisas de uma sociedade super individualista. Eu já cheguei para colegas de trabalho que foram grosseiros ou pouco pacientes com colegas novos e disse pra pegar leve / explicar de novo, etc..

6 – Corrigir uma pessoa publicamente;

Ok, eu falo holandês ainda com um sotaque e às vezes me atrapalho em qual artigo definido neutro usar (holandês não tem gênero “o / a / os /as “, mas dois neutros “het / de ” – difícil de saber qual usar). Meu filho mais velho sabia que podia me corrigir discretamente, no pé do ouvido quando escorrego. Mas ultimamente, entrando na pré-adolescência andava falando em alto e bom som, na frente de grupos: “Mãe, errou. Tem que ser assim e não assado”. Tive uma conversa breve com ele um tempo atrás e expliquei que não se deve corrigir a mim ou qualquer outra pessoa pessoa em público, pois isso pode constrangir e humilhar, dependendo da sensibilidade da pessoa (que a gente nunca sabe bem quanto é). Penso que ele entendeu.  Infelizmente muitas pessoas nesse país nunca tiveram uma conversinha com a mãe sobre esse tema.

Os holandeses também são meio “preachers” com regrinhas. Se você faz alguma coisa super boba mas que eles consideram “errado” eles te chamam a atenção com dedo em riste e voz elevada e vão mostrar como fazer. Por exemplo: circular como visitante numa academia de ginástica usando os sapatos (tem que botar uma pantufa de plástico), estacionar no lugar marcado como “kiss & ride” (é so para deixar a criança sair do carro e não ficar estacionado), botar lixo uma noite anterior na rua (eles te acham associal e dizem que não é correto), enxugar as mãos no pano de prato ao invés da toalha de cozinha (te acham burro e é anti-higiênico), podar plantas no seu próprio jardim numa época muito cedo do ano,  etc..  Eles te corrigem publicamente.

pointing finger

“Dat mag niet !” = Isso não pode! Anita, you bad, bad girl !

7 – Entrar na loja sem cumprimentar o vendedor e mexer em todas as mercadorias;

Vendedor na Holanda geralmente não vive de comissão, então ele não está preocupado em te empurrar produtos. Ele está na loja para arrumar a mercadoria, trabalhar no caixa, fazer trocas… e não para alavancar as vendas. Eu gosto muito disso, mas confesso que volta e meia tenho vergonha alheia do comportamente de outros desconhecidos em lojas. Os potenciais clientes em lojas olham tudo, provam as roupas, jogam de volta na prateleira ou largam as peças penduradas nas cabines e vão embora. Você vê isso em lojas como H&M, Zara, Mango etc.. E a maioria dos holandeses de férias no exterior agem assim: entram numa loja e querem ver preço e tirar o produto do lugar sem ter a menor intenção de comprar. Fuçam barganhas e quando não econtram nada a preço de banana saem da loja sem nem dobrar a roupa, colocar o produto exatamente no mesmo lugar ou dar adeus ao vendedor.

8- Não lavar as roupas de inverno com frequência;

Os holandeses tomam banho diariamente. A água aqui é farta, barata e de primeiríssima qualidade. Tanto a água da pia quanto do vaso sanitário são potáveis e máquinas de lavar roupa são bem acessíveis finaceiramente. Agora, não dá para entender que uma pessoa faça jogging e depois coloque um casaco de inverno de lã  ou um suéter por cima e prossiga seu dia como se nada tivesse acontecido. Ou vá de bicicleta para o trabalho pedalando intensamente por uma hora e começa a trabalhar com a mesma roupa, sem lavar a axila e colocar uma outra camisa. O casaco/roupa absorve os odores que ficam encroados e precisa ser trocado e depois lavado em casa. Pendurar só no quintal para arejar ou jogar numa cadeira não adianta nada, vamos combinar. O mesmo vale para peles, cachecóis, luvas, roupas de cama, cobertores, edredons. Quando inverno chega você sente aquele cheiro de murrinha vindo das roupas das pessoas.

9 – Mudar para o inglês se o holandês do interlocutor for ruim;

Um holandês mesmo que tenha apenas rudimentos de um língua estrangeira adora mostrar para os nativos daquela língua que ele sabe alguma coisa. Claro que a reação dos nativos é sempre gostar e estimular o aprendizado do cidadão holandês que fala a língua deles (mesmo que o holandês tenha falado coisas incompreensíveis e feito erros crassos). Agora, um estrangeiro que está aprendendo holandês e sai pela Holanda hesitantemente tentando falar holandês pode levar uma risada na cara. E os holandeses ainda acrescentam: “Você parece um robô!”, “Me diga: Quanto tempo você mora aqui?”. Ou ficam tentando medir seu nível cultural e de inteligência: “Você vem de que parte do Brasil ? Qual sua profissão / qual estudo fez?”  Eles ficam pasmos quando mudam para o inglês e você sendo brasileiro(a) automaticamente sai respondendo em inglês também. Chegam a dar uma engolida a seco. Ou perguntam: “English?” e eu respondia: “Sim, inglês. Ou espanhol, francês. Qual você prefere ?” Eu responder assim não era considerado grosseiro, apenas dava uma perspectiva a eles do que esperar de mim. Eles gostavam de ver que eu sabia inglês e outra línguas e aí sim perdoavam eventuais erros meus em holandês. E só aí depois de uns minutos a gente retornava para o holandês. Ufs.

10 – Comer banana verde;

Sem comentários…

******

Os itens que mais me irritam e deprimem são os números 3, 5, 6 e 8. São hábitos muito feios arraigados nos holandeses e não há a menor perspectiva de que isso venha a mudar. Perguntas querendo mais esclarecimentos ou exemplos sobre os itens acima podem colocar nos comentários. Claro que há outros traços culturais inconvenientes não enumerados aqui.

——

Ana Fonseca é carioca, publicitária e vive na Holanda desde 1999 trabalhando na área de turismo e hotelaria. Adora escrever e administra o blog Brasil com Z. Para saber mais acesse a mini-bio aqui. Para atualizações diárias sigam-nos no Instagram, Facebook e Twitter

18 Comentários leave one →
  1. edujusto permalink
    06/02/2015 7:22

    Excelente post. E adorei o título!!!! Da mesma forma que publicamos a série “100 curiosidades sobre…”, podemos criar a série “Aguente se quiser, 10 maus hábitos…” Parabéns !

    • 06/02/2015 12:00

      OBrigada Edu. Oye, por mim está valendo uma série “Aguente se Puder” ! Carla?

      • Carla permalink
        06/02/2015 19:41

        opa! já estou pensando nos 10 itens 😉

  2. 06/02/2015 8:35

    Some of these things are funny or even “endearing”, I’d say. But what still bothers me a lot is that words like, “excuse me” or “I’m sorry” do not seem to be psrt of their vocabulary. I have taken up some of their quirks, though: I’ve become a “preacher” myself. When someone rudely bumps into me at the supermarket or just cuts me in to reach an item on a shelf without waiting for me to be done, I say “The word you’re looking for is ‘pardon'” or “The word you’re looking for is ‘sorry'”. Grrrrr

    • 06/02/2015 12:07

      É verdade querida. Um “sorry” aqui tem pouco peso e é pronunciado (quando é pronunciado) de forma leviana. As pessoas se querem furar filar ou te deslocar para conseguir algo, simultâneamente te empurram e dizem “pardon” estragando totalmente o poder da palavra. Acho que porque eles são muitos e vivem socados em pouco espaço agem assim. Isso já não me afeta, é opção de cada um.
      Agora o que me deixa fuzilando é quando um prestador de serviço, ou num restaurante, um erro ocorre e eles te dão uma explicação mas nunca um “So sorry!”. Se você não acha a explicação suficente porque prefere uma solução a uma explicação eles te tratam como burro(a) ficam te encarando em silêncio por “não ter entendido o que passou”. Num trabalho já chegaram a me pagar errado uma grande quantia durante 10 meses e todas as vezes que eu ia delicadamente mencionar o fato no RH eles me tratavam como um estorvo e jamais se desculparam pelo erro crasso DELES. É de matar!

  3. Carla Guanais permalink
    06/02/2015 10:30

    Hahahah no mínimo curioso. Os itens 1, 6,7 e 8 são muito italianos também. O 1 mais especificamente, romano, não sabem fazer fila, se aglomeram e se não for esperto nunca chega a sua vez.. Mas também não brigam por isso.. O 6 é uma coisa que já passei.. corrigem mesmo, quando é uma pessoa mais próxima, as vezes pergunta se gosto de ser corrigida, digo que gosto, mas que há jeitos e jeitos… Ponto! Rs. Ponto 7: Aqui também raramente um vendedor vem perguntar se precisamos de ajuda… E italianos também bagunçam tudo, entrar em uma loja de uma grande rede no fim da tarde é um pesadelo, ainda mais se estiver na promoção, nao se acha nada… Ainda mais com a desculpa da crise, tem muito menos funcionários do que necessitaria pra deixar tudo em ordem a tempo. Ponto 8: perfeito.. podem até tomar banho, mas a roupa é a mesma todos os dias, e as jaquetas o mês ou inverno todo! terrível! uma vez questionei o menino que trabalhava comigo, falei pra ele lavar o uniforme uma vez na semana… Ele disse que não que não secava.. E que também tomava banho só 2 ou 3x na semana no inverno, porque muito banho fazia mal! Ai meu Deus! rs… Cultura… da schiffo ma … 😉

  4. 06/02/2015 11:57

    Uma ressalva ao item 8 Carla: os holandeses tomam banho todos os dias e, claro, trocam de roupa todos os dias. A cultura calvinista deles é obsessiva com limpeza e frescor. Mas em determinadas situações pisam na bola. Especificamente: tomar banho, por uma roupa limpa, ir pedalando para o trabalho e trabalhar o dia inteiro com aquela mesma roupa que suou em cima da bike. Uma vez vi o pai de uma amiguinha da minha filha às 5 da tarde correndo pela village quando eu ia leva-la para a ginástica olímpica. Às 6 da tarde quando fui busca-la o sujeito estava lá, com a roupa elástica do jogging, um casaco por cima e fedendo horrores ! Também no ônibus no inverno às vezes você sente aquela inhaca abafada, todo mundo com casaco que não lava há uma década e que já impregnou cheiro de fritura, cigarro, naftalina, spray velho de cabelo, etc.. Ou você entra numa cabine de experimentar roupas e está aquele cheiro de molhos orientais que era da roupa da pessoa que estava na cabine antes de você. Roupa pesada de inverno também precisa ser lavada, não pode só borrifar um perfume não !

  5. RenatoAlves permalink
    06/02/2015 13:24

    Ana
    Que interessante…Não imaginava que tinha essas coisas. Aliás, eu devia fazer um mas sobre brasileiros. 10 maus hábitos dos brasileiros em Orlando. Tá difícil viu?
    Parabéns gostei bastante

    • 06/02/2015 15:04

      Pois é Rê, como a Holanda é um país que recebe muito imigrante (europeu também) a gente vivendo aqui acaba sacando rapidinho muito sobre outras culturas também. E há varios canais de TV europeus que assistimos por aqui o que te dão uma parcepção dos outros países mesmo sem ter morado lá. Só para vc ter uma idéia, Amsterdam tem cidadãos de 176 nacionalidades…
      Os holandeses falam “por favor” e “obrigado” para tudo mas o uso do “sorry” é meio lambão. Há outras coisas que também não são legais e eu não enumerei aqui. É que fico no fino limite entre liberdade de expressão e não magoar os locais (vários amigos do meu marido que me seguem no FB vêm aqui ler o que eu escrevo jogam no Google translate e ficam depois me olhando na diagonal. Ui !). Não é “fáceo”, haha!

  6. lili permalink
    07/02/2015 17:41

    Creeedo! Para todos os itens!

  7. Auto-exilado permalink
    09/02/2015 7:54

    Que tal uma série:

    Brasileiros: aguentem se puderem?

    Só que temos que ir bem além de 10 itens.

    Auto-exilado

  8. 19/02/2015 15:56

    Desde que dividi apartamento por uns meses com uma holandesa ano retrasado, descobri que os holandeses têm vários (maus) hábitos idênticos aos dos israelenses, como não saber fazer filas, por exemplo. Este post me fez ver que são mais do que eu imaginava. O n. 9, por exemplo, acontece igualzinho aqui em Israel. Muitos israelenses viajam por uns meses pela América do Sul e juram que falam espanhol ou português, daí quando começam a falar bobagens com um sotaque horrível, eu rio logo e digo que é espanhol de telenovela ou que ninguém diz isso em português kkk. Hoje, falo hebraico sem problemas, até quase sem sotaque, mas às vezes ainda tem palavra que não conheço, e nessas situações se vem algum sabe-tudo falar uma idiotice, eu deixo a minha humildade de lado e digo que falo 5 línguas, que hebraico é apenas a minha sexta e não tem muita utilidade fora daqui. Adorei o texto e me identifiquei muito com as tuas impressões.

    • 19/02/2015 20:13

      Oi Arina, obrigada pelo comentário.
      O “pobrema” é que quando gringo tenta falar qq coisa em português nós brasileiros batemos palmas. Agora, se vc como brasileira fala línguas estrangeiras com sotaque os nativos realmente detestam. Te fuzilam com os olhos. O lado positivo disso é que nunca devemos nos “conformar” e sempre ter auto-crítica para nos aprimorarmos.

  9. Anna Vasconcellos permalink
    05/03/2015 0:29

    Excelente post, adorei! Tenho pouco conhecimento da cultura holandesa e fiquei bastante impressionada com alguns itens. Por exemplo, jogar o lixo na rua na noite anterior…nossa eu estaria ferrada com essa, pois sou super anti social, pago para não ver os vizinhos…e o numero 5 também me deixou pensativa…estranho não ter um colega para te defender ou dizer alguma palavra de conforto quando passamos por uma situação desagradável…

    • 05/03/2015 7:04

      O lance de colocar o lixo na rua na noite anterior à coleta é errado. se chover fica aquela meleca na rua. Mas muita gente coloca porque corre o risco de pela manhã na correria de sair para o trabalho periga esquecer. Aí tem que ficar com o lixo por mais uma semana em casa. O ideal é colocar na porta de entrada, aí vc não esquece. Sai todo arrumado para o trabalho carregando lixo pra rua e vai trabalhar com as mãos fedendo mas não dá uma de mal educado.
      Aqui se alguém te dá um fora gratuito – até em situação familiar – a situação não cresce entre os presentes/testemunhas. Eles tentam ignorar o que aconteceu mudando de assunto e assoviando, olhando pro lado… holandês detesta conflito ou tomar partido.

  10. 16/03/2016 4:40

    Adorei.

    Mas a única coisa que acho estranha é mesmo comer a banana verde. Pra mim, é igual a comer abacate com sal. Sem chance. Fora de questão.

    Nos demais, acho perfeitamente aplicável, não apenas na cultura deles, mas porque também não na nossa?

    Mas alguém pode levantar a questão das filas. Vejam que maravilha, todos são atendidos, sem as filas e tudo continua numa boa. 👍😉

    • 16/03/2016 8:03

      Pois pra mim abacate só se for com sal e azeite, por cima da salada. Com presunto, ou ovos cozidos, ou camarões ou sardinha e tomate, mmmm. Olha o lance da fila. Bom, aqui tudo é online. Então sem chance de ter banco com gente dentro. Mas eles não ficam um atrás do outro “bunitim” pra esperar o ônibus ou para ir à alguma cantina. Ficam um do lado do outro, ninguém nunca sabe quem é o próximo. Fazem “bolinho”de gente. Meus sogros ficaram de boca aberta quando viram as filas que o povão faz para os ônibus no Brasil. Ou filas para esperar atendimento, na rodoviária, no aeroporto, correios, etc..

      • 16/03/2016 8:32

        Eu gosto do abacate sobre o sushi, com cebola fatiada, shoyu. Hum…., mas com sal, igual os bolivianos, necas. kkkkk

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