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Dicas Básicas do que comer em Dubai: a extravagante culinária do Oriente Médio

13/11/2018

 Carlos André Marinho – Dubai, Emirados Árabes

Quando se pensa numa viagem ao Oriente Médio uma das grandes sensações, é conhecer a Metrópole de Dubai. E entre tantas possíveis preocupações e dúvidas, uma dessas é: o que comer?!

Como qualquer “Big City” globalizada Dubai não foge a regra, tem de tudo; ou melhor, de quase tudo. Explico…

Primeiramente, quando se quer resolver o problema da fome, sem perder muito tempo, ao estilo “fast food” os pontos de acesso, estão muito bem distribuídos, não só Dubai, mas em todo os Emirados, podemos encontrar facilmente as marcas tradicionais como McDonalds, Burger King, Subway, KFC, etc … Ancoradas nos inúmeros postos de abastecimento de combustíveis, pelas rodovias e nas cidades, nesses “pit stops”, os clássicos “fast food drive-thru”, são muito comuns por toda a parte e, também, muito bem equipados para o atendimento aos visitantes; e, claro, os “fast foods” estão em todos os shoppings centers espalhados pelo país.

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Quanto a comida básica, digo … aquela, esfiha, o kibe, o kebab, etc., os tradicionais “petiscos” árabes. Pois então, é aí que as coisas, pelo menos por essas áreas do deserto, mudaram relativamente. É possível, que pelo desenvolvimento do país, a classe trabalhadora (que come o que está mais “à  mão”, o que é mais barato) tenha modificado os hábitos das cidades.

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Quase ficando careca na Itália

10/11/2018

Carolina Martins – Itália

A água na Itália é potável, mas rica em calcário, a chamada água dura. Em determinados lugares do país dá pra sentir um certo gostinho estranho quando se bebe, diferente do que estamos acostumados no Brasil.
Como um dos maiores consumidores de água no mundo, aqui na Itália tem um tipo de água mineral para cada coisa, tem água com magnésio, água com potássio, água que ajuda no bom funcionamento do fígado, do intestino, da bexiga, tem água para tudo. O normal aqui é comprar água no mercado, que custa muito barato. É possível achar garrafa de 2 litros por 17 centavos! O difícil é escolher qual água comprar.

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Uma versão ainda mais econômica é a jarrinha que você troca o filtro e vai usando a água da torneira mesmo. Eu uso tanto essa jarrinha, quanto água mineral de mercado, não sinto muita diferença no sabor.

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Bucareste e o Castelo do Drácula: um fim de semana vampiresco!

31/10/2018

Carolina Martins – Bucareste, Romênia

Bună ziua! Sim, a Romênia é um lugar muito interessante de visitar, e aqui conto um pouco dessa minha experiência, indo de Bucareste a Bram, onde fica o Castelo do Drácula.

Saindo de Milão, parti do Aeroporto Internacional de Orio al Serio, um pequeno aeroporto na cidade de Bérgamo que fica a uns 40 minutos. É uma boa opção para quem deseja viajar dentro da Europa ou mesmo dentro da Itália. O vôo até Bucareste para o Aeroporto Internacional Henri Coandă durou cerca de 2h15. Este também um aeroporto pequeno, atende bem todas as necessidades. Cheguei umas 9 horas da manhã e pude aproveitar bem o dia. Fiquei um dia apenas em Bucareste e consegui ver quase tudo que queria, mas o ideal seriam uns dois dias pelo menos, a cidade merece um pouco mais de tempo para se visitar!

Começando o passeio pela cidade, dei de cara com as fontes no Boulevard Unirii. São várias fontes, um parque lindo e que espetáculo! O dia estava com sol o que deixou tudo ainda mais bonito. Desta praça pude partir para todos os locais importantes. A Praça dá acesso à Cidade Antiga, ao Parlamento, às grandes áreas comerciais e o melhor, tudo a pé, é tudo pertinho.

Uma das ruas do centro histórico de Bucareste. 

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Descobrindo Haarlem, na Holanda

27/10/2018

Ana Fonseca – Haarlem, Holanda

Hoje entrevistamos a Eliane Gomes, de Santos (SP), que mora há anos em Haarlem e vai nos dar dicas de como explorar essa cidade.

Foto arquivo pessoal Eliane Gomes

Eliane, qual a importânica de Haarlem para o turista internacional que quer esticar as pernas para além de Amsterdã? 

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Entrevistando Expatriados: Eliane Gomes

24/10/2018

Ana Fonseca – Haarlem, Holanda

Depois de entrevistarmos nossa colaboradora de Munique e nosso colaborador da Áustria, hoje entrevistamos uma leitora e seguidora fiel do blog Brasil com Z há muitos anos: Eliane Gomes, que tem uma empresa própria de encadernação artesanal e restauro de papel e livros, a Nautilus. Ela nos conta sobre o povo holandês, como mudou de carreira e dá dicas de turismo em Haarlem, onde mora.

Eliane, você é de Santos (SP) e atualmente mora em Haarlem. Como foi sua vinda para a Holanda/saída do Brasil?

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Duomo de Milão: Um Fantasma e a primeira Estátua da Liberdade.

21/10/2018

Carolina Martins – Milão, Itália

Ciao! Sou fascinada por histórias de terror, curiosidades e obras de arte. Sempre me interesso em saber essas curiosidades e acho que isso sempre transforma os lugares em mais que apenas monumentos, quadros ou uma boa foto. Aqui hoje, conto um pouco sobre o Duomo de Milão e o porque dele ser o ponto central da cidade.

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O nome Duomo vem do latim domus (casa) e é a casa de Deus, a igreja mais importante de uma cidade. O Duomo nasceu entre 1386 e 1387, onde o Arcebispo Antonio da Saluzzo projetou uma nova catedral, que ficaria no lugar da Igreja de Santa Maria Maggiore e seria dedicada a Santa Maria Nascente, que é a Madonnina, estátua banhada a ouro que se pode ver de longe em cima do Duomo brilhando e cuidando de todos nós na cidade.

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Como é a vida no interior da Áustria?

16/10/2018

 Elieser Borba – Áustria

Olá, galera que acompanha o “Brasil com Z”!! Costumo dizer que lugares são lugares, pessoas são pessoas e processos sociais são processos sociais independente dos lugares onde seres humanos habitam. Sendo um brasileiro que vive fora do país, sou muito perguntado sobre “como são determinados processos no Brasil” e minha resposta é sempre a mesma:

“Tudo que acontece aqui fora acontece no Brasil. Sendo que lá no Brasil o nível é mais hard”.

Sou escritor, algo mencionado na última postagem que fiz aqui. Acredito que, assim como eu, a maioria dos escritores escreve o que vive, e por isso são muito atentos ao que está à nossa volta. Vivo na Austria há quase dois anos. Um período curto, mas que tem me propiciado a observância de algumas caracerísticas interessantes que perpassam a vida moderna em todas as cidades do mundo, sejam estas megalópoles ou não. Por exemplo: Os estacionamentos de mercados são um cenários atípicos em relação à suas funções. Na Áustria, em geral estes locais assim como os postos de combustíveis, funcionam como ponto de encontro para colecionadores de carros, encontro de amigos que param por ali para tomar cerveja e jogar conversa fora e também são pontos de parada para as diversas caravanas de hyppies e famílias que excursionam pelo continente. É possivel parar para estacionar e perceber a diversidade de idiomas que permeiam as conversas.

Foto via www.camping-achensee.com

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