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Playa del Carmen, outra jóia mexicana

24/08/2016

bz_mexicoMelissa Lima – México 

Da maioria de turistas que você pesquisa com intenção de vir conhecer o México, garanto pra vocês que 85% citam e querem vir a Cancún. Eu de verdade adoro Cancún, e acho digna a fama da cidade. E tenho outra coisa pra destacar: o azul do mar de Cancún é único, é uma coisa linda de se ver. (Bom levar em consideração que só terá acesso as paisagens paradisíacas se estiver hospedados em um das centenas de hotel que a cidade oferece.)

Mas esse verão eu tive a oportunidade de ir além de Cancún e seus resorts maravilhosos: me hospedei em Playa del Carmen.

Playa del Carmen, é bem menor que Cancún, localizada ali, no coração da Riviera Maya, no maravilhoso Caribe Mexicano. Ela tem um total de um pouco mais de 120 mil habitantes (contra quase 1 milhão em Cancún). Aí já dá pra imaginar a diferença entre as duas cidades. Eu nunca vou deixar de falar que Playa, tem muito mais ares mexicanos que a vizinha famosa, que apesar de linda, tem um jeito ¨gringo¨ de ser.

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Playacar , Playa del Carmen

O mar de Playa, não é do azul inesquecível de Cancún, mas é de um verde esmeralda lindo. E fora a tranquilidade dessas praias, Playa (que fica a mais ou menos 45 minutos do aeroporto de Cancún) tem a vantagem de estar pertinho de Cenotes maravilhosos, dos parques temáticos famosos na região , de Tulum e de Akumal. E outra coisa: de Playa, através do seu porto, temos acesso a espetacular Cozumel, um dos lugares mais fascinantes para o mergulho que eu tive o prazer de conhecer.

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Cenote Azul.

Playa tem um malecón (um calçadão) bem famoso. É difícil citar Playa sem imaginar o incrível portal Maya de 60 toneladas  de bronze e 16 metros de altura. É um dos principais cartões postais da cidade.

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Portal Maya

Essa que também é muito famosa, pelo seu centrinho, sua ¨Quinta Avenida¨ (sim!!!! Temos uma 5. avenida). Essa rua reúne marcas famosas, artesanatos e gastronomia da mais alta qualidade.

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Todo esse conjunto de características , me remete a ¨um ar europeu mexicanizado¨. É algo muito particular, que com o tempo vou mostrando pra vocês… Mas, se continuarem em dúvida, como boa ¨carnal¨ de vocês que sou,  destaco pontos para analisarem onde melhor se enquadram:

  • Viagem com excelente infraestrutura, com grandes hotéis e shoppings?  Cancún.
  • Quer viajar e encontrar um local mais rústico e calmo, mais clima caribeño? Playa del Carmen.

Vou dar um último e ótimo motivo: a gastronomia de Playa! Playa é um dos destinos gastronômicos mais importantes da Riviera Maya.

Só pra terminar , quando falo Riviera Maya, estou me referindo a uma região banhada pelo Caribe, localizada no estado de Quintana Roo. Geograficamente, estende-se ao longo do litoral por 130 km, desde Puerto Morelo até à localidade de Punta Allen no sul. E não, Cancún não está na Riviera Maya.

rivieramaya

Depois vocês vão se familiarizando com o Caribe Mexicano, tenho muita coisa pra contar!

Saludos!

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Melissa Lima, 34 anos, mora com a família em San Luis Potosí / México desde final de 2013, sem prazo pra voltar pro Brasil (se voltar!). Tem um blog próprio, o  “Viviendo en el Mexico mágico”.  Para saber mais sobre ela clique aqui. E veja mais fotos do México no perfil do BZ no Instagram ! Siga a nossa fanpage no Facebook clicando aqui. Nosso Twitter? Clique aqui !

Blog “Brasil com Z”: um blog de expatriados brasileiros dos quatro cantos do mundo. Estamos sempre buscando novos participantes. Para candidatar-se a participar do blog como autor(a) envie-nos um e-mail: blogbrasilcomz@gmail.com e apresente-se, explicando também o seu interesse em participar. Entraremos em contato com os melhores candidatos. Agradecemos! 

Explorando Kiev como um local

22/08/2016

bz_colaborador  Andre Fernandes – Ucrânia

Neste post, pretendo compartilhar dicas sobre Kiev na perspectiva de um local, sugestões de lugares onde você não vai ver muitos turistas tirando selfies; normalmente, sou um dos poucos estrangeiros nestes locais. É uma das minhas cidades favoritas!

É a minha segunda vez em Kiev e já foi o suficiente para ver muito gringo saindo da cidade sem ter alguma ideia do que é realmente existe por lá. Como experiências são relativas a cada indivíduo, sinta-se livre para sugerir outros locais caso você já esteve em Kiev.

Puzata Khata

Diz-se “Puzata Rrata“, em cirílico “Пузата Хата”. Um restaurante local, rápido e barato; além de excelente. Neste local, você pode experimentar todas as comidas que fazem parte da culinária ucraniana, como o varenyky, o borsch, só para citar alguns exemplos.

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Entrada do Puzata Khata. Agora, você sabe como encontrar!

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Conheça Beijing em 72 horas

19/08/2016

BZ_China Edvan Fleury – Beijing, China

Você sabia que é possível visitar Beijing sem tirar um visto? Desde 2014, Beijing oficializou o visto de trânsito ao qual permite que os turistas possam permanecer por até 72 horas em solo chinês. Esse visto é dado na entrada do aeroporto e É MUITO importante que você comprove a sua saída do país pelo mesmo aeroporto em que chegou no período de 72 horas a contar da hora de entrada no check-out da imigração. ATENÇÃO: esse tipo de visto não permite que você saia de Beijing! E, pensando, nisso eu selecionei aqui algumas sugestões de lugares para conhecer em 72 horas e que vão fazer cada minuto ser uma experiência sem igual. Vamos lá!

1 – Gulou

Se você é fascinado pela China dos filmes de Kung fu, com todos aqueles prédios históricos e pessoas simples comendo comidas tipicas nas ruas, eu recomendo vocês passearem por uma área conhecida como Gulou. Esse lugar é cercado por casas tradicionais chinesas conhecidas como Hutongs. Essa área mistura o tradicional com o moderno e aqui você pode encontrar muita bugiganga como sombrinhas, chaveiros, camisas e etc para comprar de lembranças. Prepare-se para andar muito por vários becos históricos e por isso calçar um bom tênis vai ajudar a deixar o seu passeio mais confortável.

Como chegar: Desça na estação de metro Gulou da jie, cruzamento entre as linhas 8 (verde) e 2 (azul)

Tempo médio que você vai gastar nesse passeio: 4 horas

2 –  Distrito de arte 798

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Eu deveria ter ficado quieto

16/08/2016

japão&    bz_franca W. Anderson – Japão & França

Brasileiro é mesmo uma figurinha premiada. Muitas vezes peca por não ficar quieto.

Tinha acabado de me mudar para Tóquio, enquanto minha esposa estava passeando no Brasil. Então, resolvi conhecer alguns lugares, e a escolha foi Kamakura, uma cidade litorânea ao oeste de Tóquio, já na província de Kanagawa-ken. Porém, relativamente perto e famosa por sua estátua gigante de Buda. O Japão possui duas estátuas gigantes de Buda. A estátua de Kamakura, com 13,35 metros e o Grande Buda de Nara, com 16,2 metros (há fontes que dizem 12 e 15 metros respectivamente e também, que difere de todas elas). Ambos apresentam Buda sentado.

Buda - Templo de Koutoko-in (Kamakura/JP) arq. pessoal

Buda – Templo de Koutoko-in (Kamakura/JP) arq. pessoal

Estava dentro do trem, um pouco lotado, enquanto eu sentado, dois homens estrangeiros, um em torno dos 50 anos e o outro perto dos 30 anos de pé, bem próximos, conversavam entre si, em inglês. Eu estava lendo um ebook, mas mesmo assim ouvia algumas coisas  da conversa deles, já que não falavam tão baixo, além da proximidade. Até aí tudo bem, o assunto era do cotidiano.

Quando chegamos a Kamakura, trocamos de trem, para um outro de pequeno porte, que nos levaria até bem próximo da entrada do Templo. Por coincidência, ficaram do meu lado, todos de pé.

A conversa prosseguia entre eles, mas em determinado instante, um deles reclamou que o outro (então percebi que eram um casal), havia feito “as coisas” com muita força. Não me contive e, soltei uma risada, ainda que discreta. Eles me olharam “feio” e passaram a falar em alemão.

Numa outra oportunidade eu fui fazer um estágio na França, por indicação de um amigo.

Sabem quando você sente vontade de um “pipi” e fica balançando as pernas? Bem… Eu estava num passeio com algumas pessoas que trabalhavam comigo, quando fui ao banheiro. Neste instante, chegou outro homem (depois vi que era um japonês) e talvez ele tivesse mais apertado do que eu, estava com a mão na tentativa de livrar-se do zíper ou das roupas internas (ou procurando o “bilau” mesmo), balançando as pernas cada vez mais e, falando uma expressão de conotação desesperada, tipo, “não vai dar tempo” (あれ – are), repetidamente (あれ、あれ、あれ。。。). Mas eis que ele conseguiu, e soltou outra interjeição (あった – atta), que significa “encontrei/achei”, demonstrando alívio. É claro, tudo isso em japonês (imagino que ele falava consigo mesmo). Contudo, mais uma vez, eu soltei uma risada e ele então olhou pra mim e me perguntou se eu entendia japonês, claro, eu moro no Japão, respondi. Rimos juntos. Lá fora, já recomposto, ele me cumprimentou e se apresentou. Levou numa boa e não imaginava que em Paris, encontraria “um gaijin” que soubesse japonês. Eu falei com ele, “aqui na França, nós dois somos gaijin“.

E vocês, passaram por algo engraçado por saber outro idioma?

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W. Anderson é engenheiro elétrico e mora com a família há 11 anos no Japão. Para saber mais sobre ele clique aqui

Vejam fotos dele e de outros autores no perfil do BZ no Instagram. E sigam nossa página no Facebook acessando aqui.

O Caribe da Costa Rica

15/08/2016

bz_costaBruna Costa – Costa Rica

Quando a maioria dos brasileiros pensa em Caribe, lembra de praias com água cristalina, hotéis luxuosos e muito investimento financeiro para chegar lá. Bem, muitos países nos passam essa ideia e em alguns, isso procede. Mas não na Costa Rica. Viver na Costa Rica me ensinou que luxo e ostentação é sinônimo de preservação da natureza. Não tem absolutamente nada a ver com o quanto se gasta em uma simples cadeira a beira-mar.

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Airbnb – Bangalô que me hospedei em Playa Cahuíta

Na Costa Rica temos sim hotéis luxuosos, resorts all inclusive e famosos internacionais que escolhem o país para passar suas férias. Mas isso prioritariamente você irá encontrar ao lado da Costa do Pacífico do país, principalmente na Província de Guanacaste, e não na Costa do Atlântico, aonde temos o mar do Caribe.

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Parque Nacional Cahuíta – para entrar, contribuição espontânea

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Deserto do Atacama II: a visita ao paraíso continua

22/07/2016

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Carlos Fernandes – Santiago, Chile

Conforme eu disse no post anterior “Deserto do Atacama, um paraíso de visita obrigatória”, eu precisei dividir esse assunto em duas partes para que eu pudesse escrever o máximo possível sobre o Atacama. Portanto, se você ainda não leu o texto anterior, clique no título acima ou clique aqui. Assim você poderá ter as duas páginas abertas para ler o artigo completo.

Bom… no texto anterior vimos como chegar ao Atacama e como é a cidade de San Pedro de Atacama, o QG dos turistas que visitam o deserto. E vimos também os passeios ao Valle de la Luna, Laguna Cejar, Ojos del Salar e Laguna Tebinquiche. Hoje continuaremos nosso tour ao deserto mais alto e árido do mundo.

Lagunas Altiplanicas, Laguna Chaxa, Socaire e Toconao

Outro passeio muito procurado pelos turistas que desejam conhecer o deserto do Atacama é o Tour Lagunas Altiplanicas. Localizadas dentro da “Reserva Nacional Los Flamencos” e a cerca de 120km de San Pedro de Atacama, as Lagunas Miscanti e Miñique são conhecidas como as Lagunas Altiplanicas. Elas estão a cerca de 4.200 metros de altitude no meio da Cordilheira dos Andes e cercadas pelos vulcões com os mesmos nomes.

Laguna Miñique ao fundo - Foto: Natalia Maimoni

Laguna Miñique ao fundo – Foto: Natalia Maimoni

O passeio até as Lagunas começa ao amanhecer por volta das 06:30h. Temos, então, a oportunidade de observarmos o lindo amanhecer na Cordilheira dos Andes e o Vulcão Lascar, um vulcão ativo localizado no Deserto do Atacama com 5.592 m de altitude. As agências oferecem o café da manhã assim que o sol nasce.

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Deserto do Atacama, Parte I: um paraíso de visita obrigatória

15/07/2016

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Carlos Fernandes – Santiago, Chile

Se eu escrevesse minha versão do livro “1.000 lugares para conhecer antes de morrer”, eu colocaria o Deserto da Atacama como o número 1 na América do Sul. Confesso que eu não esperava que essa viagem fosse ser uma das melhores da minha vida. O motivo? Nunca fui fã de areia. E eu tinha uma visão deturpada do que seria um deserto. Mas o que eu posso dizer a todos hoje é que a visita ao Atacama é obrigatória para quem curte a natureza e locais mágicos.

Já em San Pedro de Atacama - Foto: Natalia Maimoni

Já em San Pedro de Atacama – Foto: Natalia Maimoni

Como eu tenho muito para contar, resolvi dividir esse texto em duas partes. Assim não fica chato para os amigos do BZ e eu consigo explicar um pouco de tudo o que vi e senti naquele deserto.

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