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Vida de expatriado: difícil e transformadora!

29/11/2018

 Elieser Borba – Áustria

A vida fora fora do local de origem sempre foi motivo de grandes debates para algumas pessoas. Existem os que não acreditam em levar a vida fora do Brasil, e pasmem, existe quem acredita que nem fora de seu bairro sua vida funcione. Há aqueles que dizem ser o termo “local de origem“ uma mera piada de mau gosto para manter indivíduos em suas “caixinhas“, dentro de suas próprias pátrias. Mas e quando a pátria amada é tão desolada que nos faz sentir exilados dentro de seus limites territoriais?

Molhobico bar. Ótimo lugar para ouvir filosfia de boteco. Foto: Paulo V. Lopes

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Museu Armani/Silos em Milão

22/11/2018

Carolina Martins – Milão, Itália

Ciao! Recentemente, fui conhecer o museu dedicado ao mega estilista italiano Giorgio Armani!

Giorgio, que há quarenta anos definiu uma nova identidade na moda, desafiou todo o correr do tempo com suas cores e fluidez de tecidos, desconstruiu e construiu tendências.

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O Museu Giorgio Armani é um espaço que oferece a sua visão de mundo entre o masculino e feminino, e revela todos os segredos da sedução moderna, mudando não apenas o nosso modo de vestir, mas também o nosso modo de pensar.

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Como é viver no Japão?

20/11/2018

japão Samanta Imanishi – Tóquio, Japão

Olá, leitores do BZ!

Meu nome é Samanta, sou do interior de São Paulo e moro em Tóquio há quase 4 anos. Esse é o meu post de estreia no “Brasil com Z”.

Ao contrário da maioria das pessoas que moram foram do Brasil, isso nunca foi um sonho meu. Acho que tudo começou em 2012, quando conheci meu marido. Já no primeiro encontro ele veio com essa conversa de morar fora. Eu lembro que fui muito firme quando disse “NÃO! Eu não tenho vontade de sair do Brasil, já tenho planos aqui e um projeto de vida que não se encaixam em outro país!” Hahaha! Eu não sabia de nada!

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Dicas Básicas do que comer em Dubai: a extravagante culinária do Oriente Médio

13/11/2018

 Carlos André Marinho – Dubai, Emirados Árabes

Quando se pensa numa viagem ao Oriente Médio uma das grandes sensações, é conhecer a Metrópole de Dubai. E entre tantas possíveis preocupações e dúvidas, uma dessas é: o que comer?!

Como qualquer “Big City” globalizada Dubai não foge a regra, tem de tudo; ou melhor, de quase tudo. Explico…

Primeiramente, quando se quer resolver o problema da fome, sem perder muito tempo, ao estilo “fast food” os pontos de acesso, estão muito bem distribuídos, não só Dubai, mas em todo os Emirados, podemos encontrar facilmente as marcas tradicionais como McDonalds, Burger King, Subway, KFC, etc … Ancoradas nos inúmeros postos de abastecimento de combustíveis, pelas rodovias e nas cidades, nesses “pit stops”, os clássicos “fast food drive-thru”, são muito comuns por toda a parte e, também, muito bem equipados para o atendimento aos visitantes; e, claro, os “fast foods” estão em todos os shoppings centers espalhados pelo país.

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Quanto a comida básica, digo … aquela, esfiha, o kibe, o kebab, etc., os tradicionais “petiscos” árabes. Pois então, é aí que as coisas, pelo menos por essas áreas do deserto, mudaram relativamente. É possível, que pelo desenvolvimento do país, a classe trabalhadora (que come o que está mais “à  mão”, o que é mais barato) tenha modificado os hábitos das cidades.

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Quase ficando careca na Itália

10/11/2018

Carolina Martins – Itália

A água na Itália é potável, mas rica em calcário, a chamada água dura. Em determinados lugares do país dá pra sentir um certo gostinho estranho quando se bebe, diferente do que estamos acostumados no Brasil.
Como um dos maiores consumidores de água no mundo, aqui na Itália tem um tipo de água mineral para cada coisa, tem água com magnésio, água com potássio, água que ajuda no bom funcionamento do fígado, do intestino, da bexiga, tem água para tudo. O normal aqui é comprar água no mercado, que custa muito barato. É possível achar garrafa de 2 litros por 17 centavos! O difícil é escolher qual água comprar.

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Uma versão ainda mais econômica é a jarrinha que você troca o filtro e vai usando a água da torneira mesmo. Eu uso tanto essa jarrinha, quanto água mineral de mercado, não sinto muita diferença no sabor.

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Bucareste e o Castelo do Drácula: um fim de semana vampiresco!

31/10/2018

Carolina Martins – Bucareste, Romênia

Bună ziua! Sim, a Romênia é um lugar muito interessante de visitar, e aqui conto um pouco dessa minha experiência, indo de Bucareste a Bram, onde fica o Castelo do Drácula.

Saindo de Milão, parti do Aeroporto Internacional de Orio al Serio, um pequeno aeroporto na cidade de Bérgamo que fica a uns 40 minutos. É uma boa opção para quem deseja viajar dentro da Europa ou mesmo dentro da Itália. O vôo até Bucareste para o Aeroporto Internacional Henri Coandă durou cerca de 2h15. Este também um aeroporto pequeno, atende bem todas as necessidades. Cheguei umas 9 horas da manhã e pude aproveitar bem o dia. Fiquei um dia apenas em Bucareste e consegui ver quase tudo que queria, mas o ideal seriam uns dois dias pelo menos, a cidade merece um pouco mais de tempo para se visitar!

Começando o passeio pela cidade, dei de cara com as fontes no Boulevard Unirii. São várias fontes, um parque lindo e que espetáculo! O dia estava com sol o que deixou tudo ainda mais bonito. Desta praça pude partir para todos os locais importantes. A Praça dá acesso à Cidade Antiga, ao Parlamento, às grandes áreas comerciais e o melhor, tudo a pé, é tudo pertinho.

Uma das ruas do centro histórico de Bucareste. 

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Descobrindo Haarlem, na Holanda

27/10/2018

Ana Fonseca – Haarlem, Holanda

Hoje entrevistamos a Eliane Gomes, de Santos (SP), que mora há anos em Haarlem e vai nos dar dicas de como explorar essa cidade.

Foto arquivo pessoal Eliane Gomes

Eliane, qual a importânica de Haarlem para o turista internacional que quer esticar as pernas para além de Amsterdã? 

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