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As ruas estreitas do Reino Unido

30/04/2015

bz_inglaterra Rogério da Silva – Leeds, Inglaterra

Fiz um vídeo do percurso de casa para meu trabalho no início deste ano, ou seja, final do inverno.
Observem o que resta da neve, mas o que desejo mostrar e falar é sobre como as ruas por aqui são estreitas, principalmente em áreas residenciais e mais antigas.

Praticando a guia em ruas assim podem se tornar experts em direção e dirigir em qualquer lugar do mundo, inclusive no Brasil.

A educação no trânsito por aqui é de dar inveja. Eu acabei cometendo um erro (manias), estacionando muito próximo do carro a minha frente no semáfaro.

O interessante é que a maioria dos carros ficam estacionados na rua, o que faz com que a rua seja ainda mais estreita.

Outra observação interessante é o lado da direção, estou tão acostumado que quase acabei esquecendo de comentar. Pra você que está ai do Brasil, ou qualquer outro país na Europa que acompanha o #blogBrasilcomZ, a sensação é de como se estivessem dirigindo do lado errado, para os ingleses, quando pergunto, dizem que é o “resto do mundo dirige do lado errado da rua”.

Muitas casas não tem garagem, e as poucas que tem as pessoas a usam como dispensa ou oficina, um hobby ou geladeira cheio de cerveja e TV de no mínimo umas 50 polegas para assistir um #Futebol, #Rugby ou #Cricket com os amigos.

Moro super próximo do trabalho, na verdade, mesmo quando está frio eu prefiro caminhar, essa é uma atividade que gosto muito de fazer, nesse dia fiz o percurso e registrei, achei que seria legal compartilhar aqui com vocês. Confiram!

Bom é isso, espero poder ter mostrado de como é um pouco das ruas residenciais de #Leeds, no bairro de
#Morley no #ReinoUnido. Se quiserem ver mais, ou algo em específico, deixem comentários aqui no #blogBrasilcomZ ou no vídeo.

O que vem aí…

No próximo post falarei um pouco mais sobre as trilhas no interior da Inglaterra, a história por trás do direito de passagem que foi conquistado para que pessoas possam conhecer de perto o interior do Reino Unido e o aniversário de 50 anos da maior trilha do Reino Unido, a Pennine Way, que corta desde a região central da Inglaterra, passando por Yorkshire, Muralha, Três picos (onde o vídeo que mostro abaixo), muralha de Adriano feita pelos Romanos para segurar a invasão dos “Bárbaros” e então entrando na Escócia até a região central próximo aos pés das Highlands. Percurso de 268 milhas (430 Km). Um dos meus lugares favoritos quando saímos para caminhas, com uma infinidade de trilhas circulares ao longo do caminho. Confiram um pedacinho aqui abaixo.

*Rogério da Silva é analista de testes em tempo integral e blogueiro em horários de folga. Para saber mais sobre ele clique aqui.

5 Comentários leave one →
  1. Mirian Garbelotto permalink
    30/04/2015 13:44

    Adorei!!! Tive a impressão de estar dirigindo e que os carros vinham em cima de nós.

  2. 01/05/2015 14:01

    Oi Rogério, aqui na Suíça existe um conceito, não muito antigo, de que as ruas realmente têm de ser estreitas e ainda com ciclovia. Isso é pra, digamos, desincentivar o uso dos carros.
    Fico na expectativo pelo post das trilhas. Abraço

    • 05/05/2015 7:23

      Arlete, essa filosofia de que TEM que ser estreitas pra mim é “o fim”. É perigoso. Mas entendo essa “lógica” desse povo, afs.

      • Arlete permalink
        06/05/2015 10:03

        Ana, é verdade que pode ser perigoso mesmo, principalmente nos centros urbanos, mas aqui os lugares pra estacionar os carros nas ruas são limitados e as calçadas até amplas, isso ajuda, não dá sensação de aperto, como eu muitos vezes sinto na Itália ou na França, por exemplo. Mesmo assim gera uma certa tensão e concorrência entre ciclistas e motoristas.

  3. 05/05/2015 7:36

    Roger, esse bordão dos ingleses “o resto do mundo dirige do lado errado da rua” é igual a muitas outras coisas que cada povo egocêntrico da Europa diz sobre diferentes assuntos. Por exemplo: os suecos (e escandinavos em geral) dizem que não há frio de matar. O que existe é “casaco inadequado” ou a pessoa é que não está “vestida o suficiente”. Siesta é uma coisa totalmente ultrapassada e dispensável no mundo contemporâneo e só existe na Espanha. Aposto que lá dizem que “é bom para a saúde” ou que “respeita o ritmo biológico” etc.
    Por aqui tem muitas ruas estreitas também, principalmente em áreas medievais. E toma carro-bonde-ciclovia-ônibus tudo ao mesmo tempo agora. Sem falar que há calçadas estreitinhas que não dá nem para ir com carrinho de bebê ou andar com o cachorro. Na Holanda cada centímetro conta, as áreas residenciais são projetadas sem garagem – todo mundo deixa o carro na rua. Alguns bairros parecem grandes estacionamentos a céu aberto. Muita gente que tem a sorte (e $$$) de ter uma casa com garagem acaba preferindo fazer da garagem uma extensão da sala de estar. Coloca um chalezinho de madeira no quintal para as biciletas e tralhas e o carro fica na rua mesmo.

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