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O descolado e alternativo norte de Amsterdam

06/04/2019

bz_holandaAna Fonseca – Holanda  

Você já esteve em Amsterdam e fez os programas “turistão”. Conheceu o Rjksmuseum e/ou o Van Gogh, passeou de barco envidraçado nos anéis de canais e talvez tenha visitado a Heineken. Ou quem sabe, se esteve durante a primavera no país, conheceu as flores do parque Keukenhof e a noitinha foi jantar num daqueles restaurantes étnicos barateiros da Leidseplein. No dia seguinte se deslumbrou com o museu Hermitage pela manhã  e foi descobrir a pé os ateliers e lojinhas das 9 ruazinhas durante à tarde e à noitinha.  Durante o dia verificou que a Red Light é bem menor que esperava. Mas tudo bem, fez compras no sofisticados Magna Plaza ou Bijenkorf durante a tarde e terminou o dia jantando com classe no Nieuwmarkt.

Então você é daquele turista que já fez o que os guias recomendam fazer em Amsterdam. Já rolou Anne Frank Huis, já rolou de tudo. Você boceja. Agora você vai para lá uma segunda (ou terceira ou quarta vez?) e se pergunta o que tem ainda para descobrir… Quer sair do deslumbramento de visitar o fino do finório de uma capital europeia e fazer o que os locais fazem, saindo do caminho batido. Quer se surpreender, quer sair das recomendações dos guias de turismo e livros de arte. Por onde ir? Como? E existe isso em Amsterdã?

Para quem visita Amsterdã pela primeira vez, as maiores atrações se concentram no Centrum e Zuid (sul);  e um pouco nas áreas oeste (West) e leste (Oost). Amsterdam Noord está cada vez mais interessante.  

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Dia das mulheres em Berlim – Frauen*kampftag

08/03/2019

Lilian Nosralla – Berlim, Alemanha

Dia 8 de março, é dia internacional das mulheres e é um dia lindo para se estar em Berlim.

Dia da luta das mulheres, Frauen*kampftag

Na Alemanha as mulheres recusam o nome “Dia das Mulheres” (em alemão: Frauentag) e chamam de “O dia da luta das mulheres” (em alemão: Frauen*kampftag). E é exatamente isso o que este dia representa e a ideia deste dia é que a luta feminista ainda não acabou. As mulheres precisam se manter vigilantes para não perder nenhum dos direitos conquistados e continuar abrindo mais espaço em direção à igualdade entre os sexos.

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10 lugares fantásticos em Milão que você deve conhecer!

25/02/2019

Carolina Martins – Milão, Itália
Ciao! Toda cidade tem lugares de visita “obrigatória”. Aqui selecionei 10 deles em Milão, adoro esses lugares e mesmo sendo considerados turísticos, os moradores e eu, frequentamos no dia-a-dia. Milão é uma cidade fantástica e garanto que você vai adorar conhecer. Vamos lá!
Duomo
Meu lugar predileto em Milão e não precisa de apresentação (leia aqui o post que fiz exclusivamente para ele). O Duomo é feito em mármore branco-rosa de Candoglia, todo ornamentado e cheio de lendas e de uma beleza ímpar, com estátuas como a de São Bartolomeu que segura sua própria pele em sinal de seu martírio, e algumas outras estranhas como a de pugilistas e uma raquete de tênis. Além da primeira Estátua da Liberdade na sua fachada, feita 70 anos antes da americana e serviu de inspiração para essa. São 3.400 estátuas no total, 135 gárgulas e 700 outras figuras.
Um dos pregos sagrados da cruz de Jesus também está no Duomo, e pode ser visto por todos nós no segundo sábado de setembro, por dois dias.

DUOMOO Duomo é passagem obrigatória quando se vem a Milão.

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O extremo consumismo e desperdício em países ricos

12/02/2019

 Elieser Borba – Áustria

Há alguns dias atrás estive conversando com minha esposa sobre a preocupação que tenho acerca do desperdício em nosso carinhoso e aconchegante “mocó” aqui na village que moramos na Áustria. Somos só nós dois e nossa velha cadela, que apesar de comer até pedras não pesa muito no orçamento exceto por esporádicas internações veterinárias. No entanto, toda semana percebo o quanto de gêneros alimentícos ainda colocamos no lixo. Alguns, pasmem, sem nem ao menos ter provado, o que me causa ainda mais indignação!

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Os waffers Manner são muito tradicionais na Austria

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Aproveite o inverno alemão

29/01/2019

Lilian Nosralla – Berlim, Alemanha

Janeiro e fevereiro são os meses mais frios em Berlim, é também neste período que a neve aparece mais e você precisa redobrar os cuidados pra evitar o danado do winter blues (depressão de inverno), já que as festas e comilanças de Natal e Ano Novo já passaram, as decorações e luzinhas já foram retiradas e só sobra a dura realidade da paisagem fria cheia de àrvores sem folhas pra olhar, enquanto seus amigos estão no Brasil postando fotos da praia no Instagram e combinando o que fazer no Carnaval (olha o drama!).

Mas enquanto o calor não volta, é importante que quem escolheu morar no hemisfério norte se adapte e aprenda a curtir o inverno tanto quanto o verão. Não adianta nada ficar reclamando do frio e da escuridão todo ano.

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Linda e elegante: conhecendo Viena!

22/01/2019

 Carolina Martins – Viena, Áustria
Olá, leitores do BZ! Vou contar para vocês hoje uma viagem para Viena.
Fui para Viena partindo de Milão pelo Aeroporto de Bérgamo (já falei antes deste aeroporto, ele é uma ótima opção para viagens dentro da Itália e países vizinhos). O vôo ao Aeroporto Internacional de Viena durou 1h20, super rápido. De lá peguei um trem que fica junto ao aeroporto e me deixou na estação central de Viena. Custou €4,20 (comprei o bilhete naquelas máquinas de auto-atendimento) e demorou cerca de meia hora até a Estação Central da cidade.
Da Estação Central até o hotel fui a pé, era uns 15 minutos de distância e já aproveitei para ir conhecendo a cidade. Aliás, em Viena é possível fazer quase tudo a pé, o centro da cidade é bem compacto.
Tem um mercado na Estação Central de Viena, se chama Spar. Guarde essa informação porque ele abre de domingo. Nenhum mercado abre de domingo em Viena, só esse.
A primeira impressão de Viena é UAU! Limpa, elegante, com prédios fantásticos, parece coisa de filme! Porém ela é cara. Sim, tudo é muito caro em Viena, então prepare o bolso caso vá visitá-la.
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Uma das principais avenidas de Viena, ao lado da Ópera

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Entrevistando Expatriados: Anaté Merger

16/01/2019

Ana Fonseca e Anaté Merger – França

Hoje temos uma entrevista com a Anaté Merger, que já contribuiu durante anos para o BZ falando sobre a Provença, na França. Ela tem uma agência de turismo voltada para brasileiros e escreveu vários romances. A Anaté nos conta como foi o processo de adaptação na França, como começou uma nova carreira e como é a rotina de trabalho conciliada com as tarefas de mãe e romancista. 

Anaté nos campos de lavanda da Provença. Foto: Natalia Itabayana.

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